Mis libros ya han llegado a Chile.
Puedes encontrarlos en las siguientes librerías:
Recuerda que también puedes pedirlos en tu librería favorita
Libros de Coral Herrera en América Latina
Todos los libros de Coral Herrera Gómez
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Mi libro ha llegado a Costa Rica, Panamá, Guatemala, El Salvador, y Honduras.
Aquí tenéis los enlaces de las librerías:
Costa Rica:
Panamá:
Guatemala:
El Salvador:
Honduras:
Libros de Coral Herrera en América Latina
Un taller presencial en Galicia los días 6 y 7 de julio, recordad que si os apuntáis antes del 1 de junio tenéis veinte euros de descuento. Aquí tenéis toda la información
Más novedades: mi libro del año pasado está ya en papel y en kindle: “Mujeres que se liberan. Herramientas para la autonomía y la liberación”
Lo escribí en Patreon en 2025 y ahora está en formato libro en mi editorial El Laboratorio del Amor, ya podéis adquirirlo en Amazon.
Y más novedades editoriales…
Que disfrutéis mucho de esta primavera maravillosa, y recordad que podéis seguirme en Telegram, WhatsApp y Patreon ❤️
Libre quiero ser
Libre y autónoma
Libre y poderosa
Libre del ego
Libre de culpa
Libre del miedo
Libre de los hombres con miedo
Libre de la tiranía del qué dirán
Libre de la necesidad de ser deseada
Libre de la necesidad de ser amada
Libre de las luchas de poder y las peleas
Libre de la esclavitud en el hogar
Libre de la guerra y del sufrimiento
Libre del autoengaño
Libre del pasado
Libre de la dependencia emocional
Libre del patriarcado
Libre quiero ser
Coral Herrera Gómez
Ya tienes en papel mi libro Mujeres que se liberan: Herramientas para trabajar tu autonomía y tu liberación.
Es mi primera publicación con el sello editorial el Laboratorio del Amor. Un manual para acompañarte en tu proceso de liberación, con herramientas para trabajar en ti y para liberarte de la culpa, del miedo, del autoengaño, de la adicción romántica, de la dependencia emocional, de la tiranía de qué dirán y del patriarcado que llevas dentro.
Lo personal es político: si tú te liberas, liberas a las mujeres que hay a tu alrededor. La liberación es muy contagiosa: una vez que conectamos con nuestro poder, y aprendemos a confiar en nosotras mismas y a poner en práctica el Autocuidado, ya nadie nos para. Y las demás ven que si se puede.
Cada una va rompiendo las cadenas a su ritmo, nos hacemos compañía, nos animamos unas a otras y celebramos las pequeñas y las grandes victorias, las propias y las de las demás. Prueba a trabajar primero tú sola y luego comparte este libro con amigas, verás que es más fácil y divertido hacerlo acompañada.
El libro incluye un plan de liberación para entrenar cada día, con ejercicios para llevar la teoría a la práctica. Te acompaño con mi libro hasta que llegue el momento de desplegar las alas y echar a volar.
Si quieres que te lo envíen a casa, ya puedes pedirlo en Amazon y puedes echarle un vistazo a las primeras páginas aquí
As mulheres que já não sofremos por amor ainda somos poucas, mas somos cada vez mais. Não nos libertámos da dor nem encontrámos a fórmula para sermos felizes no amor, mas chamamo-nos assim porque já não nos sentimos condenadas a sofrer por amor: sabemos que o romântico é político e que outras formas de nos relacionarmos, de nos organizarmos e de nos amarmos são possíveis.
As mulheres que já não sofremos por amor estamos a fazer a revolução amorosa a partir dos feminismos: estamos a colocar sobre a mesa a importância de reinventar o amor romântico para sofrer menos e desfrutar mais do amor. As redes sociais e afetivas, as emoções e os cuidados estão no centro do nosso pensamento, dos nossos debates e das nossas lutas.
As feministas alcançámos muitas mudanças a nível legislativo e político, e estamos a despatriarcalizar tudo: a ciência, a educação, as religiões, a medicina, a filosofia, o jornalismo e a comunicação, o cinema, o teatro, a democracia, o desporto, as instituições, a família… mas ainda nos resta muito trabalho ao nível sexual, emocional e sentimental.
Embora há décadas lutemos para alcançar a autonomia económica, até há pouco tinha-se feito muito pouco pela autonomia emocional, e cada uma tinha de procurar individualmente as ferramentas para trabalhar a dependência sentimental e despatriarcalizar as suas emoções. Hoje, no entanto, estamos a trabalhar coletivamente na criação dessas ferramentas para a revolução dos afetos.
A nossa forma de amar é patriarcal porque aprendemos a amar segundo as normas, as crenças, os modelos, os costumes, os mitos, as tradições, a moral e a ética da cultura a que pertencemos. Cada cultura constrói a sua estrutura emocional e os seus padrões de relação a partir de uma ideologia concreta; por isso, a nossa forma de amar no Ocidente é patriarcal e capitalista.
As meninas e os meninos recebem mensagens opostas e aprendem a amar de forma diferente, de modo que, quando nos encontramos na idade adulta, torna-se impossível amar-nos bem. Os meninos aprendem a valorizar e a defender a sua liberdade e a sua autonomia; as meninas aprendem a renunciar a elas como prova do seu amor quando encontram parceiro. As meninas aprendem a colocar o amor no centro das suas vidas, enquanto os meninos aprendem que o amor e os afetos são “coisas de raparigas”. As meninas acreditam que para amar é preciso sofrer, passar mal, aguentar e esperar pelo milagre romântico; os meninos, pelo contrário, não renunciam nem se sacrificam por amor. As meninas aprendem a ser doces princesas; os meninos, a ser guerreiros violentos. Elas acreditam que a sua missão é dar vida; a deles é matar o inimigo. Enquanto elas se hipersensibilizam e desenham corações por todo o lado, eles mutilam-se emocionalmente para não sofrer e preparam-se para ganhar todas as batalhas.
Assim sendo, não é de estranhar que, quando nos juntamos para nos amar, o encontro seja um desastre. Nestas condições, é impossível construir uma relação baseada no respeito mútuo, no bom trato e na igualdade. É impossível desfrutar do amor numa estrutura de relação baseada na dominação e na submissão, e nas lutas de poder que nos retiram grande parte do nosso tempo e energia: as guerras românticas que sustentamos impedem-nos de desfrutar do amor e da vida.
Aprendemos a amar a partir da nossa experiência pessoal com a família e o meio mais próximo, mas também através dos relatos que mitificam o amor e idealizam determinados modelos de masculinidade e feminilidade. Mitificar o amor serve para que as mulheres, movidas pela paixão amorosa, interiorizem os valores do patriarcado, obedeçam aos mandatos de género e cumpram os seus papéis de mulher tradicional, moderna e pós-moderna ao mesmo tempo.
Estamos a desfrutar de um salto tecnológico impressionante que nos permite contar histórias em múltiplos formatos e suportes, mas o esquema narrativo das histórias continua a ser o mesmo: “Enquanto ele salva a humanidade, ela espera ser resgatada da pobreza, da exploração, de um cativeiro, de um feitiço ou de uma vida aborrecida. Quando ele termina a sua missão, vai buscá-la e leva-a para o palácio, onde ambos viverão felizes para sempre.”
Por causa destes contos, desde pequenas tornamo-nos dependentes da droga do amor romântico, e assim nos mantêm entretidas a sonhar com a nossa utopia romântica. Ao patriarcado convém que permaneçamos acorrentadas a esta ilusão, cada uma à procura de ser resgatada por um príncipe encantado. O milagre romântico isola-nos das outras: para o patriarcado não há nada mais perigoso do que mulheres unidas, alegres e empoderadas a trabalhar em equipa em busca do bem comum.
O romantismo patriarcal é um mecanismo de controlo social para dominar as mulheres sob a promessa de salvação e de um paraíso amoroso onde um dia seremos felizes. A monogamia, por exemplo, é um mito inventado exclusivamente para nós; eles sempre desfrutaram da diversidade sexual e amorosa e proibiram-nos de fazer o mesmo. No passado, as leis permitiam aos homens matar as suas esposas adúlteras. Hoje em dia, a infidelidade feminina continua a ser inaceitável, enquanto se desculpam as “aventuras” dos homens. As mulheres continuam a sacrificar-se, a renunciar, a aguentar e a sofrer “por amor”; continuam a trabalhar gratuitamente em casa e nos cuidados “por amor”; continuam a sonhar com a salvação pessoal através do amor.
O patriarcado continua vivo nos nossos corações e goza de excelente saúde; por isso, é tão importante falar das nossas emoções e relações em termos políticos. Do meu ponto de vista, o amor é uma arma muito poderosa para revolucionar o nosso mundo e transformá-lo de baixo para cima. Podemos libertá-lo de toda a sua carga patriarcal e expandi-lo para além do casal, em direção à comunidade. Podemos eliminar as hierarquias e as lutas de poder entre nós e construir as nossas relações com os outros a partir da ternura, da empatia, da generosidade, da solidariedade e do companheirismo.
Conseguem imaginar como seria o mundo se as mulheres, em vez de desperdiçar o nosso tempo no amor romântico, o dedicássemos à luta por uma sociedade mais livre e igualitária? Conseguem imaginar milhões de mulheres a trabalhar juntas na defesa da natureza e dos direitos humanos? Eu sonho com o dia em que o amor rompa a barreira do duo e se expanda para transformar toda a nossa forma de nos organizarmos e de nos relacionarmos.
Esse dia ainda está muito longe: as ideias evoluem rapidamente, e somos excelentes a imaginar novos modelos amorosos e novas formas de nos relacionarmos, mas as emoções evoluem lentamente ao longo das décadas, e não podemos mudar em duas semanas a nossa forma de sentir. São muitos os séculos de patriarcado que carregamos, e ainda não temos ferramentas para gerir as nossas emoções. Continuamos com a mesma maturidade emocional dos primeiros Homo sapiens: sentimos as emoções mais básicas (alegria, ira, tristeza, medo) de forma semelhante. A maior parte da humanidade resolve os seus conflitos com violência, porque não somos educados para enfrentar os tsunamis emocionais que nos invadem cada vez que sofremos e fazemos sofrer os outros. Nas escolas não nos ensinam a amar-nos bem, e custa muito aprender a relacionarmo-nos com amor connosco mesmas, com o nosso entorno e com as pessoas que amamos.
No entanto, estamos… a fazê-lo.
¿Qué libro vamos a leer?
¿Cuando empezamos?
el martes 14 de abril
¿Cada cuánto tiempo son las sesiones?
Dos martes al mes (uno sí y otro no)
¿A qué hora son los encuentros?
De 18 a 20 hpm hora de España
¿Es necesario tener el libro?
No hace falta tener el libro porque lo leemos juntas
pero si lo quieres puedes pedirlo a tu librería favorita
o adquirirlo en versión digital aquí
¿Cuánto cuesta?
5 euros al mes si te suscribes desde Paypal
Recuerda que es gratis para las alumnas del Laboratorio del Amor
y las suscriptoras de mi página de Patreon,
¡sois todas súper bienvenidas!
¿Dónde me apunto?
Puedes suscribirte aquí por 5 euros al mes:
Ya podéis seguir en mi canal de Youtube los vídeos cortos con las 100 preguntas sobre el Amor: La Revolución Amorosa para jóvenes.
¡Suscribeté a mi canal para no perderte ni uno!
Ya podéis conseguir mi libro en papel y en digital, en México y en todos los países:
México (papel y ebook)
Librería Sancho Panza, Querétaro
Todos los países:
BuscaLibre (papel)
La Casa del Libro (papel)
Amazon (papel y kindle)
Google Play (ebook)
Apple Books, (ebook)
En estos días podrás encontrarlo en físico en las principales librerías de México, en BuscaLibre y en Amazon.
¿Quieres leer el prólogo? Aquí tienes el enlace 🥰
¿Sabías que el libro viene con una fajita para que nadie sepa lo que estás leyendo?
Queridas Amigas:
Estoy muy feliz porque hoy os presento la portada de mi nuevo trabajo, que es el libro que yo habría querido tener a los veintipico años, cuando estaba intentando dejar una relación y no lo lograba.
Yo me sabía la teoría, pero no sabía cómo podía ponerla en práctica. Mis amigas me decían las verdades, pero yo me autoengañaba.
Yo intentaba dejarlo, pero estaba enganchada y me sentía atrapada.
Yo sabía que ya no me amaba, pero mi ego se resistía a aceptarlo.
Yo pensaba que mi mente y mi corazón estaban en guerra, y que estaba enjaulada en una cárcel con muros de titanio. Pero eran de humo.
Y yo podía desplegar las alas y echar a volar cuando quisiera. Pero tenía una venda en los ojos y soñaba con milagros románticos. Mi feminismo no me servía, no me ayudaba. Tenía miedo y no sabía cómo trabajar mi valentía.
En mi nuevo libro os cuento la experiencia que viví y cómo logré liberarme y dejar de sufrir por amor. Fabriqué mis propias herramientas con la utopía feminista, y entonces acabó la guerra en mi interior.
Y eché a volar sin miedo, por fin.
Y volví a enamorarme de la vida, otra vez.
En mi nuevo libro os acompaño a todas en vuestro proceso de liberación mientras tomáis conciencia de lo hermosas y grandes que son vuestras alas.
Ya podéis verlo en la web de la Editorial Diana:
El 21 de marzo es el lanzamiento y lo presento en Ciudad de México en el Centro Cultural Elena Garro, en Coyoacán a las 4 pm.
Estáis todas invitadísimas a venir al evento, que es gratis y abierto al público💜
Coral
Acompañamé cada día a leer una nueva pregunta de mi libro: 100 preguntas sobre el Amor, La Revolución Amorosa para jóvenes.
Puedes conseguir el libro en tu librería favorita,
tanto en digital como en papel.
Aquí puedes seguir mi canal de Youtube
Libre quiero ser
Libre y autónoma
Libre y poderosa
Libre del ego
Libre de culpa
Libre del miedo
Libre de los hombres con miedo
Libre de la tiranía del qué dirán
Libre de la necesidad de ser deseada
Libre de la necesidad de ser amada
Libre de las luchas de poder y las peleas
Libre de la esclavitud en el hogar
Libre de la guerra y del sufrimiento
Libre del autoengaño
Libre del pasado
Libre de la dependencia emocional
Libre del patriarcado
Libre quiero ser
Coral Herrera Gómez
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Lo personal es político: si tú te liberas, liberas a las mujeres que hay a tu alrededor. La liberación es muy contagiosa: una vez que conectamos con nuestro poder, y aprendemos a confiar en nosotras mismas y a poner en práctica el Autocuidado, ya nadie nos para. Y las demás ven que si se puede.
Cada una va rompiendo las cadenas a su ritmo, nos hacemos compañía, nos animamos unas a otras y celebramos las pequeñas y las grandes victorias, las propias y las de las demás. Prueba a trabajar primero tú sola y luego comparte este libro con amigas, verás que es más fácil y divertido hacerlo acompañada.
El libro incluye un plan de liberación para entrenar cada día, con ejercicios para llevar la teoría a la práctica. Te acompaño con mi libro hasta que llegue el momento de desplegar las alas y echar a volar.
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